quarta-feira, 15 de julho de 2015

Super-Exagero


Tendemos a exagerar as consequências negativas, o que faz com que nos sintamos pior do que o necessário. Uma boa técnica nestes casos é o superexagero, exagerar mais ainda.

Se você se flagrar pensando “Nada do que eu faço dá certo”, experimente reformular a frase em um tom ainda mais exageradamente negativo: “Eu nunca, jamais, em tempo algum, fiz absolutamente nada eu tenha dado certo em toda a minha vida, por mais ínfimo que seja; nunca consegui engolir uma colher de comida, nem uma vezinha”.

“Nunca vou chegar a lugar nenhum” vira “Eu nunca, jamais, em tempo algum, vou chegar a parte alguma, não importa o que eu tente, nem que me dessem um milhão de dólares, nem que eu voltasse a estudar e torasse mais uma dúzia de diplomas, nem que...”

O superexagero pode nos ajudar a encarar a situação de forma mais objetiva, pois quando enfatizamos palavras como “nunca” ou “sempre” e não permitimos nenhum desvio de um milímetro sequer, chegando ao absurdo, conseguimos perceber que a afirmação original que ampliamos é um exagero também, que a situação não está tão ruim ou desesperada assim. Uma vez expresso o problema nos piores termos possíveis, podemos proceder ao descatastrofismo e à verificação de evidências.



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quarta-feira, 1 de julho de 2015

Controle de Estímulos e Conhecimento


As pessoas falam de “conhecer” ou “conhecimento” quando um indivíduo ou qualquer ser vivo se comporta em relação ao ambiente (“público” ou “privado”) de maneiras que são reforçadas por serem “apropriadas”.