quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

A Ilusão da Telepatia (6/6): Dissipando a Ilusão



Um fator da ilusão da telepatia é o hábito de visualizar-se sofrendo negativas e maus-tratos e então caçar indícios de que estes acontecerão. E assim o telepata entra em um estado mental negativista que automaticamente emite aos outros muitas mensagens negativas através da voz, da expressão facial e corporal e da escolha de palavras. O resultado é que essa expectativa contribui bastante para que experiências negativas de fato ocorram. É o que se chama de “profecia autorrealizadora”.
 

Beber e Dirigir



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quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

O Desenvolvimento Psíquico - Vygotsky


Vygotsky foi um pesquisador do desenvolvimento intelectual das crianças em função das interações sociais e condições de vida. Sua obra tornou-se conhecida muito depois de sua morte em 1934, com apenas 37 anos. O pensamento de Vygotsky tem três pilares básicos:

O Desenvolvimento Psíquico - Piaget



Piaget (1896-1980) foi um epistemológico suíço que fez importantes pesquisas sobre o desenvolvimento intelectual das crianças. Dependendo da idade de uma criança, certas habilidades cognitivas e físicas estão além de sua capacidade, que é desenvolvida gradualmente. Por isso as embalagens de brinquedos vêm com indicações de para qual faixa de idade eles são apropriados. Na teoria de Piaget o desenvolvimento do aparelho psíquico da criança rumo à maturação mental passa por quatro fases principais.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

A Ilusão da Telepatia (5/6): Cinco Passos para Interromper a Ilusão


Como dissipar a ilusão da telepatia? A primeira linha de defesa para enfrentar qualquer um dos equívocos mentais alistados nesta série é a identificação verbal ou nomeação do erro. Às vezes basta nomear um padrão para interromper o seu fluxo de pensamentos automáticos. Ao perceber que estamos nos irritando com alguém por algo que acreditamos que ele está pensando ou por ele não adivinhar nossos pensamentos, podemos nos questionar: “Será que não estou caindo na ilusão da telepatia?”

O Impacto de um Pai na Vida de um Filho


O IMPACTO DE UM PAI NA VIDA DE UM FILHO from GUILHERME GIMENEZ on Vimeo.

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terça-feira, 1 de novembro de 2011

Personalidade: Genética x Ambiente x Escolhas


PERSONALIDADE é o estado ou qualidade peculiar da pessoa, o PADRÃO característico de pensar, sentir e agir que definem o estilo pessoal de interação de uma pessoa com o seu ambiente físico e social. É o conjunto de causas subjacentes do comportamento, um NÚCLEO que se mantém relativamente constante dentro de nós nos diferentes momentos, lugares, circunstâncias e fases pelos quais passamos. Esse núcleo tanto nos diferencia (como indivíduos únicos e como membros de determinados grupos) quanto nos assemelha em relação às outras pessoas.
 

O Lado Negro de Steve Jobs


STEVE JOBS foi homenageado como um dos maiores gênios e líderes da História. Ele modificou a forma como pensamos e vivemos, o mundo seria diferente se Jobs não tivesse existido ou feito o que fez. Sua contribuição foi grande e em muitos sentidos. Porém, temos que tomar cuidado. Há uma palavra que é definida como “apego excessivo a algo ou a alguém, atribuir qualidades e capacidades sobre-humanas a uma pessoa ou instituição”. Essa definição se encaixa perfeitamente na palavra “idealização”. Porém, é o significado que um dicionário dá para “idolatria”.
 

sábado, 15 de outubro de 2011

A Ilusão da Telepatia (4/6): Os custos x benefícios de curto e longo prazo de eliminar a Ilusão


Para aperfeiçoar e maximizar nossa capacidade de percepção da realidade e de comunicação, nós precisamos reconhecer e banir a ilusão da telepatia, nossa suposta capacidade de adivinhar o que os outros pensam e a suposta capacidade dos outros de adivinhar o que nós pensamos.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Três Lições de Steve Jobs



Discurso de Steve Jobs na Universidade de Stanford

Estou honrado de estar aqui, na formatura de uma das melhores universidades do mundo. Eu nunca me formei na universidade. Que a verdade seja dita, isso é o mais perto que eu já cheguei de uma cerimônia de formatura. Hoje, eu gostaria de contar a vocês três histórias da minha vida. E é isso. Nada demais. Apenas três histórias.


sábado, 1 de outubro de 2011

Psicologia: Ciência x Senso Comum

 
Todos nós, no nosso cotidiano, realizamos muitas tarefas (a maioria rotineiras) e temos muitos pensamentos, sucessivos e simultâneos, realizamos muitos comportamentos automáticos, sem pararmos para refletir e sem investigar a validade de nossas crenças e pressupostos.
  

Psicologia: Ciência x Misticismo


A Psicologia vem se desenvolvendo como ramo científico desde 1875, quando Wilhelm Wundt montou seu laboratório na Alemanha. Esse marco histórico (1) desligou a Psicologia de conceitos místicos [como a crença na existência de uma “alma” nos seres humanos que seria a sede da vida psíquica] e (2) a comprometeu com os princípios e métodos científicos. Também fortaleceu a visão do ser humano como ser autônomo, capaz de responsabilizar-se pelo seu próprio desenvolvimento e vida. Mas nem sempre os psicólogos mantiveram esse compromisso com a ciência moderna e com o poder de autonomia do ser humano. Muitos caíram na filosofia puramente especulativa ou no predeterminismo ambiental e/ou genético. E alguns reatam o desligamento com o misticismo.

A Ciência é Atéia?


Primeiro, temos que esclarecer que ateísmo genuíno não é meramente não crer em Deus, mas acreditar que Deus não existe. Alguém dizer que não acredita no ser humano é muito diferente de dizer que não acredita na existência do ser humano. Muitos simplesmente não se importam se Deus existe ou não, o que não os classifica como ateus. Além disso, ser ateu não é apenas não ser membro de nenhum grupo religioso e nem se identificar com nenhuma "religião", mas (conforme dito) acreditar que Deus não existe.
 

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

A Ilusão da Telepatia (3/6): Quando o Outro Pensa que Sabe o que Nós Pensamos e Sentimos


A ilusão da telepatia é uma via de mão dupla: a outra pessoa também pode deduzir errado o que estamos pensando e sentindo. Por que isso acontece? Talvez nós tenhamos nos comunicado de forma obscura. Talvez o ambiente (físico ou humano) tenha atrapalhado. Ou talvez ela estivesse distraída. Muitos fatores podem causar ruído na comunicação.

Construindo nossa Subjetividade sobre nosso Alicerce Compartilhado


Conforme já colocado neste blog, o objeto da Psicologia é o ser humano em todas suas dimensões visíveis (comportamento) e invisíveis ou "encobertos" (pensamentos e sentimentos), em sua singularidade (cada um de nós é único) e em sua infra-estrutura básica compartilhada por todas as pessoas (todos somos parecidos, pois nós fazemos parte de uma só Humanidade).

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Como Pensam e Agem as Pessoas Felizes?


Desde o início da Psicologia moderna até o fim da Segunda Guerra, a maioria dos pesquisadores se concentrou em estudar as psicopatologias, os comportamentos disfuncionais e os estados emocionais cronicamente negativos, com o objetivo de descobrir as causas e os tratamentos para tais. É muito importante que essas pesquisas sejam feitas e elas já beneficiaram inúmeras pessoas a lidar com seu sofrimento. Mas um efeito colateral é a impressão de que a vida só tem fatores negativos ou que eles detêm a supremacia, são hegemônicos em relação aos positivos. Essa crença pode se tornar uma “profecia autocumpridora”.
 

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

A Ilusão da Telepatia (2/6): Que Lapsos nos induzem ao Erro?


Vamos enumerar sete falhas que nos levam à ilusão da telepatia:

Lapso 1- Fazemos suposições a respeito do que alguém está pensando com base no que nós próprios pensaríamos naquela situação
  
Esquecemos ou não conseguimos assimilar que a outra pessoa pode ter crenças, valores, objetivos e critérios completamente diferentes dos nossos. O que é muito importante para você pode ser de importância secundária para outra pessoa; e o que é secundário para você pode ser visto por ela como algo essencial. O que é impressionante para um indivíduo pode ser algo indiferente ou até mesmo pejorativo para outro e vice-versa.
  
Um casal sem filhos e um casal com filhos podem se compadecer um do outro, pois cada casal analisa o outro pela ótica de seus próprios valores, sem conseguir assimilar o fato de que ambos possuem critérios e objetivos diferentes e estão plenamente satisfeitos com sua situação.

Educação Diferenciada para Alunos Pobres


Sintetizado do artigo de Gustavo Ioschpe na revista Veja de 13/07/2011

O colunista da revista Veja Gustavo Ioschpe lançou a sugestão de uma lei obrigando toda escola a ter uma placa bem visível na sua entrada principal com o seu IDEB. Todo cidadão tem o direito de saber da qualidade da escola que seu filho freqüenta, mas a maioria não sabe onde encontrar esse índice e nem sequer sabe que ele existe. É uma informação importante para as famílias e precisa ser divulgado. Além disso, essa divulgação quebraria a inércia da sociedade quanto às escolas, que ocorre por causa da ilusão de que elas são boas. A situação é pior do que imaginam, mas não existe indignação para mobilizar mudanças que superem as barreiras corporativistas.
 

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

A Dinâmica da Felicidade (5/5)


Estudos indicam que as pessoas que usufruem maior felicidade são as que regularmente usufruem experiências autotélicas ou intrinsecamente motivadas, seja o que for que façam. Conhecem a atividade a que se dedicam, sabem como realizá-la, possuem objetivos desafiantes, de uma forma ou de outra recebem feedbacks imediatos durante o processo e sentem prazer em efetuá-la. No auge de sua atuação, os seus cérebros atingem o estado neurológico chamado “estado de fluxo”, um estado cognitivo de concentração total, de esquecimento de tudo que não esteja relacionado e de êxtase. Esse fenômeno ocorre porque todas as áreas cerebrais não relacionadas entram em standy-by (desligamento).

Redes Sociais: Use com Cuidado (ou Não Use)


As redes sociais são muito populares. Centenas de milhões de pessoas no planeta inteiro e de diversas faixas etárias as utilizam para se relacionarem umas com as outras. Amigos e parentes que perderam todo contato finalmente se reencontraram depois de anos separados.
 

sexta-feira, 15 de julho de 2011

A Ilusão da Telepatia (1/6): Introdução


A Ilusão da Telepatia é a crença de que sabemos o se passa na cabeça alheia e que os outros também sabem ou deveriam saber o que se passa na nossa. Não se trata aqui da telepatia literal. Poucos acreditam na telepatia como percepção extrassensorial. E os que acreditam na telepatia literal a consideram um fenômeno raro. Entretanto, no cotidiano muitos cometem vez após vez esses erros em seus relacionamentos: falam e agem como se pudessem ter certeza absoluta do que os outros pensam e sentem. E que os outros sabem (ou deveriam saber) os pensamentos e sentimentos deles.
 

O Relacionamento com Animais de Estimação


Desde a mais remota Antigüidade os seres humanos domesticaram diversos animais em um relacionamento que de modo geral é benéfico para ambos. Na maior parte dos casos o animal domesticado é criado para suprir uma necessidade objetiva: alimento, transporte, tração, vestiário, etc. Em contrapartida, o animal também é beneficiado: recebe alimentos, proteção e outros cuidados que permitem que sua sobrevivência individual e coletiva seja assegurada e que sua população seja muito maior do que seria sem o ser humano. Animais domesticados não correm risco de extinção.
 

sexta-feira, 1 de julho de 2011

A Dinâmica da Felicidade (4/5)


A alternativa ao enfoque materialista é a solução psicológica. Baseia-se na premissa de que a felicidade é um estado mental que as pessoas podem aprender a produzir em si mesmas por meios cognitivos, desde que se responsabilizem por tal. Felicidade não é algo que acontece para as pessoas, mas algo que as pessoas fazem acontecer para si.

Nivelando para Baixo


AUTOR: Cardoso

Lembram do post que escrevi onde conto sobre uma ONG de São Paulo que tenta identificar alunos super-dotados e incentivá-los com bolsas de estudo, computadores e acompanhamento pedagógico, e o Secretário de Educação de SP, o incrível Gabriel Chalita proibiu a entidade de aplicar testes junto aos alunos, alegando que privilegiar alunos superdotados seria errado, atitude corroborada pela Secretária de Educação do Município de São Paulo, que soltou a pérola máxima?

Se havia uma preocupação com os alunos fora de série, por que não focar naqueles com síndrome de Down?
 

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Catastrofismo (4/4): Nem todo Prego precisa custar o Reino

Uma antiga parábola ensina a prestar atenção aos detalhes:

Por causa de um prego, perdeu-se a ferradura.
Por causa de uma ferradura, perdeu-se o cavalo.
Por causa de um cavalo, perdeu-se um cavaleiro.
Por causa de um cavaleiro, perdeu-se a batalha.
Por causa da batalha, perdeu-se a guerra.
E por causa da guerra perdeu-se o reino.
E tudo por causa de um prego.

Catastrofismo (3/4): Generalizações


Lidar eficazmente com o catastrofismo (e com todos os outros Dez Erros) requer aprender a capturar e analisar os nossos pensamentos automáticos o mais cedo possível, de preferência enquanto eles ainda são pequenos e ainda não causaram grandes reações emocionais em nós. Esse exame inclui nosso diálogo interno (o que e como falamos com nós mesmos em nossa mente) e nossa imaginação (as imagens mentais que formamos).

Reforço Positivo



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quarta-feira, 1 de junho de 2011

A Dinâmica da Felicidade (3/5)


Entre outros fatores, há quatro razões pelas quais não existe correlação direta e obrigatória entre bem-estar material e bem-estar subjetivo.
  

O Hábito de Fantasiar


Pessoas de todas as idades passam uma boa parte do tempo acordadas com devaneios, imaginações, fantasias, que podem ser agradáveis ou desagradáveis. Algum estímulo do ambiente (uma imagem, um som, etc.) pode evocar lembranças, fantasias ou planos e mergulhamos neles, esquecendo-nos do que acontece em volta.
 

domingo, 15 de maio de 2011

Catastrofismo (2/4): Capturando e analisando Pensamentos Automáticos assim que surgem


Todos nós conversamos com nós mesmos em nossa própria mente sobre quaisquer assuntos, assim como formamos imagens mentais do que existiu no passado, do que existe no presente (com certeza ou hipoteticamente) e do que poderá existir no futuro. Essas capacidades humanas são comuns e normais a todos nós e se chamam respectivamente "diálogo interno" e “imaginação”. Alguns podem acreditar que não possuem uma delas, enquanto outros têm um diálogo interno e/ou uma imaginação muito forte.

Quando alguém nos desaponta...


O que fazer quando uma pessoa nos decepciona? O desapontamento pode ser alguns atos de desconsideração. Ou pode ser uma completa mudança de atitude: a pessoa que era atenciosa passa a sistematicamente nos ignorar e até nos repelir. Nestes casos podemos ficar perplexos e nos perguntar o que aconteceu. Será que fizemos algo? Ele ou ela está com algum problema?
   

domingo, 1 de maio de 2011

A Dinâmica da Felicidade (2/5)


Muitos acreditam que os prazeres físicos e o conforto material são a chave para sermos felizes e que estes garantem a felicidade. Mas os fatos contradizem essa crença simplista. Os cidadãos dos países mais ricos (e as pessoas ricas nos países pobres) não são necessariamente mais felizes. A melhoria material não se traduz em um proporcional aumento da felicidade.

Validação



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sexta-feira, 15 de abril de 2011

Catastrofismo (1/4): Introdução


O Catastrofismo é a compulsão de chegar a todo tipo de conclusão catastrófica e ficar alarmado sem pensar duas vezes em reação a qualquer indício de perigo, por mais pífio que seja, o que é autolimitador e até paralisante. Quem é catastrofista vive se induzindo a acreditar no pior, que desastre é iminente, que advirão consequências insuportáveis e que ele é impotente para impedir ou mitigar a tragédia. É uma mistura de pessimismo profundo com ansiedade intensa e sentimento de impotência.

Não Julgue Apressadamente!



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sexta-feira, 1 de abril de 2011

A Dinâmica da Felicidade (1/5)


Quais são as chaves da felicidade? Pensadores de todas as épocas e lugares vêm refletindo sobre esse assunto e as respostas variam de um extremo a outro. A primeira dificuldade é definir exatamente o que se quer dizer com “felicidade”. A Psicologia moderna, desde seus primórdios e na maioria de suas abordagens, se concentrou em compreender o negativo, o doentio, o sofrimento, o que é perfeitamente compreensível.

Tabela dos Dez Maiores Erros





É possível, afirmando falando uma série de verdades, dizer uma grande mentira



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terça-feira, 15 de março de 2011

Dez Erros (7/7): Como Pensar e Viver Melhor


No decorrer da vida, absorvemos muitas informações e elaboramos crenças e filtros perceptivos que formam nosso “mapa mental da realidade” ou “paradigma”, através do qual interpretamos tudo o que vemos e ouvimos. Pessoas diferentes possuem diferentes paradigmas. É por essa razão que dois indivíduos podem observar um mesmo fato objetivo (como uma obra de arte, um filme, uma notícia, etc.) e formar opiniões muito diversas.
  

Entrevista com a Neurocientista Suzana Herculano-Houzel no Roda Viva

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terça-feira, 1 de março de 2011

Dez Erros (6/7): Aprimoramento Pessoal através da Mudança de Hábitos Cognitivos e de Paradigmas

Podemos administrar nosso limite de tolerância ao stress cuidando da nossa saúde física e prestando atenção ao nosso estado fisiológico e emocional. Também nos tornamos mais tolerantes e menos errantes quando conhecemos e aprimoramos nossos padrões de pensamento, que nos fazem tender para determinados erros principais.

Escala dos Planetas e Estrelas



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O Universo Conhecido



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terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Dez Erros (5/7): Ampliando nosso Limiar de Tolerância ao Stress


Aprendemos no estudo anterior que nosso comportamento diante de situações é fortemente influenciado por nosso limiar de tolerância ao stress, que por sua vez é resultado da interação (1) da nossa bagagem genética, (2) do nosso histórico de vida, (3) do estado físico e emocional em que estamos no momento e (4) dos nossos padrões de pensamento e comportamento.

Questionando os Questionadores


Como Desenvolver a Inteligência - Professor Pierluigi Piazzi



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terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Dez Erros (4/7): Stress, Estados Mentais, Interpretações e Erros


Muitas vezes sabemos perfeitamente que não devemos fazer algo ou agir de determinado modo, mas quando a situação surge ficamos cegos e caímos no erro novamente. Em alguns casos é um erro que prometemos não cometer outra vez, mas quando a situação se repete “parece uma força de apodera de nós” e fazemos de novo.

Não Desista!

sábado, 15 de janeiro de 2011

Dez Erros (3/7): Modificando Padrões de Pensamento e Confrontando Equívocos Mentais


Você está irritado com o atraso de alguém que já devia ter chegado no ponto de encontro há meia hora. Os minutos vão passando, o compromisso vai ser perdido e sua irritação cresce a cada momento. Você imagina os prováveis motivos banais do atraso e critica em sua mente a atitude irresponsável da pessoa, elaborando o sermão que vai dar nela. Porém, quando a pessoa chega, ele ou ela nos informa que houve um acidente de trânsito e então a raiva é substituída por preocupação e alívio.

Novo e Revolucionário Remédio Depressivo!



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sábado, 1 de janeiro de 2011