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segunda-feira, 8 de setembro de 2014

A Busca do Autoconhecimento

Todos os seres humanos possuem “pontos cegos”: aspectos pessoais a respeito dos quais o próprio indivíduo não possui consciência, mas que talvez sejam percebidos por outros. As pessoas têm pontos cegos diferentes e possuem diversos graus de autoconhecimento, algumas mais do que outras. Porém, ninguém possui um autoconhecimento completo e absoluto, todos nós necessitamos de feedbacks.
 

domingo, 15 de dezembro de 2013

O Fim da Terapia (2/2)


Com a psicoterapia, o indivíduo desenvolve a capacidade de afastar-se mentalmente de si mesmo e observar-se como se fosse outra pessoa, analisar seus próprios pensamentos e sentimentos, corrigir distorções cognitivas e perceber alternativas de percepção e ação, utilizar seu potencial dentro dos limites e oportunidades das circunstâncias atuais, planejando e agindo para buscar objetivos equilibrados.
 

O Fim da Terapia (1/2)


Às vezes acontece de um cliente sentir vontade de interromper a terapia por se sentir desanimado com a aparente vagarosidade ou estagnação do processo, ou por estar sobrecarregado com suas responsabilidades pessoais, ou por não querer tocar em certo assunto. Em geral, nestes casos ele faz bem em perseverar, talvez fazer ajustes e prosseguir a psicoterapia.
  

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Psicoterapia: Como os Outros Podem Reagir?

 
Então você encontrou um bom psicoterapeuta e começou a fazer tratamento com ele ou ela. Diversos sentimentos e novas percepções surgem, nem todos agradáveis, mas você de modo geral começa a se sentir melhor. Antigos padrões de pensamento e comportamento passam a ser compreendidos, limitações passam a ser expandidas e você começa pensar e agir diferente, vislumbrando a possibilidade de levar uma vida satisfatória e produtiva.
 
Se você está aperfeiçoando seu modo de pensar e agir, isso será bom para si mesmo e para as pessoas com quem se relaciona. É de se esperar que os demais fiquem contentes com sua mudança, certo? Entretanto, nem sempre é isso que acontece. Alguns de fato ficam contentes e dão todo o apoio que puderem. Mas algumas pessoas podem sim reagir de diversas formas negativas ao fato de você estar fazendo psicoterapia.
  

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Psicoterapia: Expectativas Errôneas (2/2)

 
Antes de conhecer um psicólogo real, talvez tenhamos determinadas expectativas e formemos um psicólogo imaginário. Daí, quando conhecemos um profissional, ele talvez seja um tanto diferente do que esperávamos. Se nossa expectativa for muito idealizada, nenhum ser humano poderá satisfazê-la. Não somos obrigados a aceitar fazer terapia com um psicólogo que conhecemos, podemos conhecer outros e escolher. Mas pondere suas razões para recusar ou aceitar um profissional.
 

Psicoterapia: Expectativas Errôneas (1/2)

A ideia de receber psicoterapia pode invocar não apenas fortes objeções, mas também expectativas ilusórias. Temos grande capacidade de imaginação e isso é bom e normal em si mesmo. A imaginação só é prejudicial quando trocamos a realidade pela fantasia e/ou confundimos o real com imaginário, distorcendo nosso pensamento e comportamento.
   
Antes de fazer algo pela primeira vez. nós ficamos imaginando como será e cogitamos a partir das informações que temos. O mesmo ocorre quando procuramos psicoterapia. Como será o trabalho do psicólogo e o que eu farei? É uma nova experiência e o desconhecido pode ser estimulante e/ou assustador. Vejamos algumas expectativas irreais:
 
 

domingo, 15 de setembro de 2013

Objeções contra Fazer Psicoterapia


Eu, fazer terapia? Mas eu não sou louco! E como direi isso aos outros? Vale a pena gastar tempo e dinheiro com terapia? Eu não tenho que ser independente? Será que posso me expor? O terapeuta é melhor do que eu? Essas questões são analisadas a seguir.

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Treinamento Para a Infelicidade (5/5): O Relacionamento Doentio com o "Outro"

 
Os adultos inculcam nas crianças desde muito cedo que elas devem se ajustar a um padrão médio e se comparar com outras que são apresentadas como exemplos a imitar. Isso não é ruim em si mesmo, ao contrário.
 

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Treinamento Para a Infelicidade (4/5): A Educação dos Impulsos Biológicos

 
Para compreender o treinamento para a infelicidade que ocorre sobre o pano de fundo da cultura, precisamos entender um pouco sobre a formação da personalidade. Cada pessoa nasce com uma bagagem genética única que a faz tender para certos traços de temperamento. No início, o bebê é puro instinto (como fome e sono), não possui senso de si mesmo nem noção de “outra pessoa”, nem de tempo, espaço e quaisquer outros conceitos.
  

sábado, 15 de junho de 2013

Treinamento Para a Infelicidade (3/5): A Caixa de Skinner Sóciocultural

Este sentimento (difuso ou contundente) de insatisfação crônica e angústia não é exclusividade sua. Muitas pessoas experimentam insatisfações semelhantes. Apesar de cada um de nós ser um indivíduo único, sem ninguém exatamente igual a si, todos nós compartilhamos características humanas básicas, que variam dentro de certo espectro. Nossa individualidade é formada pela combinação sistêmica dessas características.
 

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Treinamento para a Infelicidade (2/5): Sintomas



Muitas pessoas estão bem insatisfeitas com suas vidas, até mesmo angustiadas, por causa de dificuldades pessoais que não conseguem superar. E muitas são menos efetivas do que poderiam ser em sua vida profissional por causa da forma como pensam, se sentem e agem. A psicoterapia pode auxiliar essas pessoas a cultivar equilíbrio e efetividade.
 

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Treinamento Para a Infelicidade (1/5): Causas e Sintomas de Desajustes Psicológicos

Nosso desenvolvimento cognitivo em grande parte forma-se na interação com outras pessoas no decorrer de nossa vida. Formamos nosso conceito sobre quem somos, sobre o que podemos realizar e sobre o que devemos fazer (e do que NÃO somos, do que NÃO podemos realizar e do que NÃO devemos fazer) a partir dos constantes feedbacks explícitos e implícitos que recebemos dia após dia, ano após ano, desde a infância.
 

sexta-feira, 15 de março de 2013

Questões Levadas aos Psicoterapeutas

No decorrer dos anos tem mudado a atitude das pessoas em relação à psicoterapia, assim como o perfil dos que recorrem a ela e os problemas apresentados. Dificuldades profissionais cresceram em relevância. Aflições com relacionamentos e família se diversificaram. Algumas questões são típicas do tempo e do lugar em que vivemos, outras questões são universais e atemporais. Vejamos algumas das principais.
 

sexta-feira, 1 de junho de 2012

As Causas Primárias da Infelicidade

Para compreender o indivíduo, além de sua história pessoal, é necessário conhecer os desafios que o ser humano enfrenta como coletividade. Embora cada um de nós seja único como indivíduo, nossas características humanas essenciais são as mesmas de todas as pessoas, em todo o planeta e em todas as épocas. É este alicerce compartilhado que permite à ciência especificar elementos comuns a todos nós.

Mapas Cognitivos: o Poder da Autoconsciência


Uma das faculdades cognitivas que o ser humano possui em um nível de capacidade e sofisticação muito acima dos animais é a autoconsciência. É uma ferramenta mental para adaptar-se ao ambiente e para modificá-lo de formas muito versáteis e complexas. As colméias das abelhas de hoje são iguais às que eram feitas há dez mil anos, enquanto as casas e cidades humanas são aperfeiçoadas continuamente.

quinta-feira, 15 de março de 2012

O Relacionamento Psicoterapêutico


Existem vários tipos de relacionamento: pais e filhos, irmãos, colegas de escola ou trabalho, etc.. Uma categoria especial de relacionamento é a “relação de ajuda”. Todos nós já fomos beneficiados por ter tido alguma relação de ajuda com um parente, amigo, colega, professor, etc. Vamos tratar aqui de um tipo de relação de ajuda: a relação psicoterapêutica.
 

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

O QUE? EU Fazer Psicoterapia?


Infelizmente ainda há preconceito quanto a fazer psicoterapia, em especial entre as pessoas menos instruídas. Porém, psicoterapia não é algo apenas para pessoas muito perturbadas ou incapazes, pessoas “normais” também podem se beneficiar grandemente dela. Ter um relacionamento terapêutico com um bom profissional é uma bela experiência de aprendizagem, autoconhecimento e autodesenvolvimento. Todo mundo deveria experimentar!

Para entender isso, vamos examinar os dois lados da questão.


Diferenças entre um Amigo e um Psicoterapeuta


Todos nós precisamos de amizades e um bom amigo pode nos ajudar muito a superar uma dificuldade. Então a pessoa que tem amigos com os quais pode desabafar tende a não ver necessidade de psicoterapia no seu próprio caso. O pressuposto é que psicoterapia é somente para quem não tem um relacionamento de confiança onde pode encontrar compreensão e apoio.

Mas fazer psicoterapia, embora tenha muitas semelhanças, é bem diferente de conversar com um amigo, por melhor que este amigo seja. Ter um relacionamento psicoterapêutico é diferente até mesmo de se ter um amigo achegado que é psicoterapeuta. Tanto é que psicoterapeutas não costumam ministrar terapia para amigos, parentes, colegas de trabalho ou escola e outros conhecidos justamente para preservar esses diferenciais.

Vamos observar quatro dessas diferenças-chave.