quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Hipersensibilidade (6/6): Seja Objetivo, Sensato e Equilibrado ao Lidar com Críticas



Não há nada de errado em aceitar críticas. Nem em rejeitar críticas. O erro está em acreditar em todas as críticas (hipersensibilidade) ou em rejeitar todas (superconfiança) indiscriminadamente, sem analisar de forma objetiva o seu conteúdo e importância, nem considerar o conhecimento e a motivação do autor delas. Assim, a palavra-chave é "discernimento".
 

Hipersensibilidade (5/6): Reaja Estrategicamente

Claro que é mais agradável receber elogios do que críticas, mas existem críticas válidas que podem contribuir para o nosso aperfeiçoamento. E também há críticas que pretendem ser construtivas, mesmo que acabem não sendo. Então como reconhecer uma crítica construtiva? O primeiro passo é concentrar-se no que de fato foi dito (ou no que se tentou dizer, caso a pessoa tenha se expressado mal).
  

Hipersensibilidade (4/6): Enfrentando o Senhor "Todo Mundo" e o nosso Crítico Interior


Um dos críticos mais poderosos é o “senhor Todo Mundo”. É difícil imaginar algo pior do que “todo mundo” achar que você é um idiota. Como não aceitar um veredicto emitido por “todo mundo”? Porém, a verdade é que o “todo mundo” não existe. Pode haver consenso geral sobre certos assuntos (o que permite uma vida em sociedade organizada o suficiente para ela existir). Mas não existe consenso absoluto sobre nenhuma crença ou valor, como atesta a necessidade de haver presídios.

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

O Desenvolvimento Psíquico: Bandura


Albert Bandura nasceu no Canadá em 1925 e doutorou-se em Psicologia em 1952 pela Universidade de Iowa, exercendo a partir de então a atividade de professor em Stanford. No início da década de 1960 Bandura propôs a Teoria da Aprendizagem, segundo a qual o processo de aprender do indivíduo acontece tanto por experiência quanto por observação e imitação. Para Bandura, tudo o que pode ser aprendido diretamente também pode ser aprendido por observação de modelos. Porém, a aprendizagem vai além da mímica ou imitação, pois as pessoas extraem ideias gerais, o que lhes permite ir muito além do que veem e ouvem.
 

O Desenvolvimento Psíquico: Bowlby


John Bowlby nasceu em 1907 na Inglaterra. Estudou Psicologia, Ciências Naturais e Medicina. Tornou-se psicanalista, fazendo análise de crianças com a supervisão de Melaine Klein. Em 1940 publicou trabalhos sobre a criança, a mãe e seu ambiente. A pedido da ONU, em 1951 publicou o relatório “Cuidados Maternos e Saúde Mental”. Três noções básicas fazem parte de sua obra: o apego, a perda e a separação.


O Desenvolvimento Psíquico: Melanie Klein

 
Melanie Klein (1882-1960) foi uma psicanalista de origem judaica e austríaca que fez parte da Sociedade Britânica de Psicanálise. Realizou importantes contribuições para a análise de crianças e para a teoria psicanalítica, influenciando outros teóricos como John Bowlby, Donald Winnicott e Wilfred Bion. É considera por muitos estudiosos como a pessoa que mais contribuiu depois de Freud para a compreensão do funcionamento psíquico inconsciente. Porém, outros concluem que ela é responsável em parte pelos estereótipos sobre psicanalistas como obcecados com psicopatologias e sexualidade, vendo pênis em todo objeto cilíndrico. O que se segue é um breve resumo de alguns pontos do que ela ensinou.