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quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

O Copo de Água com Sal

Um jovem se queixava a um mestre das dificuldades que passava, que sua vida era muito sofrida, que ele passava muitas dores e que isso o mantinha sempre muito triste. Como poderia superar essa adversidade tão grande, essa vida tão complicada?

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Antecedentes Filosóficos da Psicologia Cognitiva

Desde a Antiguidade, o ser humano sempre teve uma compreensão (implícita ou explícita) de que a cognição influencia o comportamento, que a cognição pode ser monitorada e que alterar a cognição modifica o comportamento. Os grandes pensadores do passado em geral partiam desses pressupostos.

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Democracia na América

Artigo de Rodrigo Constantino
 
“Democracia e socialismo não têm nada em comum além de uma palavra: igualdade; Mas note a diferença: enquanto a democracia procura a igualdade na liberdade, o socialismo procura igualdade na restrição e servidão.” (Alexis de Tocqueville)
 
Alexis de Tocqueville escreveu seu clássico Democracia na América buscando contribuir para a preservação da liberdade na França, durante a conturbada transição da aristocracia para a democracia. Apesar do tempo transcorrido, o livro continua atual e válido em vários aspectos.
  

terça-feira, 8 de julho de 2014

Igualdade, Valor e Mérito

Artigo de Rodrigo Constantino
 
Muitas pessoas defendem o socialismo por não aceitarem que pessoas egoístas ou brutas, sem nobres intenções ou refinamento, possam se dar tão melhor que outras, imbuídas de compaixão pelo próximo (ao menos nos discursos), no sistema capitalista. Passam, então, a pregar a igualdade.
 
Talvez a inveja esteja por trás disso, como tenho mostrado em uma série de artigos. Talvez seja a ignorância acerca das diferenças entre valor e mérito. Talvez uma mistura das duas coisas.
 
Com isso em mente, segue um texto que escrevi como resenha de um capítulo de um dos melhores livros de Hayek, um dos maiores defensores do liberalismo. Claro, nem preciso dizer que recomendo a leitura do livro na íntegra. Por enquanto, segue o aquecimento:
 
 

terça-feira, 1 de julho de 2014

Paradoxos sobre a Liberdade

Artigo de Alessandro Vieira dos Reis
 
“O que é a liberdade?”, “É possível ser livre?”, “Somos mesmo livre ou isso não será uma ilusão?”. Perguntas assim nos prendem a atenção. Liberdade é um tema que fascina, que suscita questionamentos. Alguns ainda acham que apenas filósofos e poetas tem algo a dizer sobre o assunto. Mas neste artigo pretendo mostrar que não é bem assim. Cientistas não estão além dessas inquietações.
 

domingo, 8 de junho de 2014

Por Que Falam Tanto em "Desigualdade Social"?

Artigo de Rodrigo Constantino
 
Dez em cada dez esquerdistas falam mais de desigualdade do que de miséria em termos absolutos. Por que será? Não parece fazer mais sentido observar a qualidade de vida dos mais pobres e ver como ela está evoluindo? Se, digamos, 100 milhões de pessoas ontem não podiam comer direito e não tinham onde morar, e hoje comem três refeições e possuem uma pequena casa, isso não deveria ser motivo para regozijo daqueles que se importam com a miséria alheia?
 
Curiosamente, a esquerda só fala do hiato entre ricos e pobres, como se estes estivessem nessa situação por causa daqueles, como se economia fosse um jogo de soma zero. Paul Krugman, o ícone da esquerda americana, escreveu um artigo tentando justificar porque devemos dar tanta importância à desigualdade. Não convence ninguém mais atento.
 
Isso sem falar que as medidas expansionistas que ele prega são a principal causa do aumento deste gap. Afinal, a bolha imobiliária, que ele chegou a desejar em 2002 para curar o estouro da bolha de tecnologia, favoreceu mais que proporcionalmente os ricos, assim como as medidas de política monetária frouxa, que ele tanto aplaude, também beneficiam mais os ricos. É muita contradição.
 
Mas segue um artigo meu refutando essa obsessão esquerdista com a desigualdade social. Explico que, provavelmente, a inveja está por trás desse foco deturpado. Lá vai:
 
 

quinta-feira, 8 de maio de 2014

O Papel do Estado

 
Artigo de Rodrigo Constantino
 
Para falar sobre o papel do estado, precisamos antes falar sobre suas origens. Há teses concorrentes, e uma delas, endossada por Franz Oppenheimer, Nietzsche e David Hume, é de que o estado sempre surgiu da conquista militar. Um grupo domina outro e impõe suas regras. Estado seria, portanto, fruto da conquista.

terça-feira, 15 de abril de 2014

Timing e Senso de Identidade



Todo ser vivo possui o seu habitat natural, fora do qual se sente desconfortável e pode até morrer. O ser humano é biologicamente capaz de viver em todo o planeta: regiões planas e montanhosas, climas muito frios, muito quentes ou moderados e assim por diante. Porém, os indivíduos e os comportamentos específicos possuem os seus “habitat naturais”. Além de lugar certo, nossas ações têm seus momentos certos. A habilidade de perceber isso e agir de acordo é chamada de “timing”.
 

terça-feira, 8 de abril de 2014

A Falácia do Polilogismo


Artigo de Rodrigo Constantino
 
"A humanidade precisa, antes de tudo, se libertar da submissão a slogans absurdos e voltar a confiar na sensatez da razão." (Mises)
 
Em 1944, o economista Ludwig von Mises escreveu Omnipotent Government, onde explica o crescimento da idolatria ao Estado que levou ao nazismo na Alemanha, fomentando um ambiente de guerras ininterruptas. Em uma parte do livro, Mises explica uma das coisas que os nazistas pegaram emprestado do marxismo: o polilogismo.
 

sábado, 15 de março de 2014

Faça a Diferença!


Um elemento, um detalhe, uma ação pode fazer diferença e alterar um todo. Esse axioma é demonstrado pela Lógica, Matemática, Física, Química, Biologia e todas as demais ciências. É óbvio que existem limitações para esse fenômeno: não se pode exigir que um único jogador sozinho, por mais habilidoso que seja, reverta o placar se o restante do time não cooperar. Mas as ações individuais são muito importantes.
  

sábado, 8 de março de 2014

Dez Princípios Conservadores

Não sendo nem uma religião nem uma ideologia, o conjunto de opiniões chamado de conservadorismo não possui Sagradas Escrituras, nem um Das Kapital, como fonte dos dogmas. Não existe um modelo conservador, e o conservadorismo é a negação da ideologia: é um estado de espírito, um tipo de caráter, um modo de viver a ordem civil e social.

A continuidade histórica da experiência de um povo, diz o conservador, oferece um guia político muito melhor do que os projetos abstratos dos filósofos dos cafés. Os dez “artigos de fé” seguintes refletem aquilo que os conservadores, nos Estados Unidos de hoje, põem em relevo.
  

sábado, 1 de março de 2014

Quatro Escolas de Economia

A seguir, a posição das quatro principais escolas de pensamento econômico (marxismo, keynesianismo, escola de Chicago e escola austríaca) a respeito de 17 questões econômicas fundamentais:
  

sábado, 8 de fevereiro de 2014

Sócrates e a Autoconfiança (2/2)

Sócrates foi mais longe na analogia e inventou o Método Socrático de Raciocínio. Diferenciou cinco passos necessários para se desenvolver uma boa ideia através do raciocínio sistemático:

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Sócrates e a Autoconfiança (1/2)


Sócrates viveu em Atenas em 469AC, há 2.550 anos e nos ensinou que saber pensar logicamente nos ajuda a ter mais independência, autoconfiança, opiniões alicerçadas e sermos menos conformistas, menos manipuláveis pelas opiniões dos outros. Ele morreu por suas crenças e suas ideias podem nos ajudar a defendermos as nossas.
 

domingo, 1 de dezembro de 2013

Shopenhauer e o Amor Romântico (3/3)

 
Pode parecer estranho ouvir que Schopenhauer possa nos ajudar nas questões do amor romântico, tendo sido um sujeito tão amargurado. Mas ele deixou ideias confortadoras a respeito. Primeiro, nos diz que apaixonar-se é inevitável, que a biologia é mais forte do que a razão. Assim, não somos infelizes por mero acaso. Essencialmente, somos iguais a todos os outros animais: sentimo-nos impelidos a encontrar um parceiro, a gerar filhos e a criá-los. E somente uma força poderosa como o amor romântico seria capaz de nos mover para isso.
  

Schopenhauer e o Amor Romântico (2/3)


Como um filósofo com uma vida romântica desastrosa poderia ter algo a nos dizer sobre o amor romântico? Para começar, ele dizia que o amor não é um assunto banal, que não devemos vê-lo como distração de assuntos mais sérios ou adultos. Não é por acaso que se trata de um sentimento tão avassalador, capaz de tomar conta de nossa vida e de todos os momentos de nosso dia. Schopenhauer dizia que não devemos nos culpar tanto pelo estado de desespero e obsessão em que entramos se o amor fracassa. Ficar surpreso com a dor da rejeição é ignorar o quanto de entrega a aceitação exigiria. Schopenhauer dizia: “Nada na vida é mais importante do que o amor, porque o que está em jogo é a sobrevivência da espécie”.
 

Schopenhauer e o Amor Romântico (1/3)

 
Todos nós teorizamos (agora ou no passado) sobre o que o amor romântico nos traria. Muitas pessoas fazem da busca por ele a grande meta de sua vida. Mas é um tema sobre o qual poucos filósofos falaram. E como é uma das experiências mais transformadoras e decisivas na vida, seria de se esperar que a Filosofia se dedicasse mais ao amor romântico. O tema é deixado para poetas e apresentadores de televisão.
 
Mas houve um filósofo que se dedicou ao assunto e o via como uma de nossas preocupações centrais: Arthur Schopenhauer. A filosofia é um campo pouco romântico, mas ele entendia a intensidade do que sentimos quando nos apaixonamos e pensava que estamos certos em viver em função do amor romântico e que não há nada mais importante. Nosso erro é pensar que a felicidade tem a ver com o romance.


sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Montaigne e a Autoestima (2/2)


Mas não é só o julgamento dos outros que nos faz sentir-nos inadequados. Outro setor em que muitos se sentem oprimidos é a área intelectual, a percepção dolorosa de que não somos tão inteligentes quanto devíamos. As pessoas com formação superior são supostamente as mais brilhantes, mas Montaigne via de forma diferente.
 

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Montaigne e a Autoestima (1/2)

 
Visualize a formatura de alunos ricos de uma prestigiosa universidade, começando sua vida de status, fama, poder. Essa visão pode nos fazer pensar que não somos tão inteligentes, ricos, talentosos e bem sucedidos quanto eles e assim nos entristecer, embora não seja a intenção deles fazer outras pessoas se sentirem mal. Se nos sentimos desta forma, Michel de Montaigne tem algo a nos dizer.
 

domingo, 1 de setembro de 2013

Sêneca e a Ira

 
Diante de acontecimentos irritantes e frustradores do cotidiano, muitas vezes reagimos de forma bem emocional e pouco esclarecida. A irritação e a frustração são muito presentes em nossa vida. Mas se os romanos de hoje podem ser irritadiços, mas no tempo de Sêneca no século 1DC eram ainda mais. Ele se preocupava com isso e queria acalmar as pessoas.