O único uso das palavras
“livre” e “liberdade” que conflita com o pensamento behaviorista é aquele que
implica livre-arbítrio. Outros usos têm mais a ver com sentir-se livre e feliz.
Liberdade social, política e religiosa consiste em liberdade de coerção, que
definimos aqui como liberdade da ameaça de punição.
Quando algumas de nossas escolhas comportamentais são punidas, não podemos nos sentir livres. Mesmo se o comportamento é positivamente reforçado no curto prazo, se ele leva a uma punição maior no longo prazo, a pessoa que cai nessa contingência/armadilha não pode se sentir livre.
Por outro lado, quando nosso comportamento é mantido por reforço positivo (a curto e longo prazo) e escolhemos entre diferentes reforçadores, podemos sentir-nos livres e felizes.
Até mesmo a “liberdade espiritual” pode ser compreendida em termos comportamentais, como quando vemos que seus defensores encorajam o afastamento do reforço pessoal (“mundano”) de curto prazo e a aproximação do reforço de longo prazo proveniente da simplificação da vida e da solidariedade.
Quando algumas de nossas escolhas comportamentais são punidas, não podemos nos sentir livres. Mesmo se o comportamento é positivamente reforçado no curto prazo, se ele leva a uma punição maior no longo prazo, a pessoa que cai nessa contingência/armadilha não pode se sentir livre.
Por outro lado, quando nosso comportamento é mantido por reforço positivo (a curto e longo prazo) e escolhemos entre diferentes reforçadores, podemos sentir-nos livres e felizes.
Até mesmo a “liberdade espiritual” pode ser compreendida em termos comportamentais, como quando vemos que seus defensores encorajam o afastamento do reforço pessoal (“mundano”) de curto prazo e a aproximação do reforço de longo prazo proveniente da simplificação da vida e da solidariedade.
Embora a maior parte dos
usos das palavras “livre” e “liberdade” possa ser interpretada comportalmente,
tais interpretações requerem uma mudança sobre como vemos as pessoas, a
cultura, o governo, a justiça, a educação e outras instituições sociais. Exceto
pelo livre-arbítrio, os outros tipos de liberdade possuem funções sociais
úteis. Eles indicam o caminho para uma questão básica: a felicidade.
Defensores da liberdade social opõem-se ao uso de ameaças e punições para controlar o comportamento porque pessoas coagidas são infelizes. Os defensores da liberdade espiritual dão força aos efeitos de contingências que produzem uma maior felicidade no longo prazo. Quando a sociedade dispõe de reforço positivo para comportamentos desejáveis e apoia contingências de longo prazo, seus cidadãos são produtivos e felizes.
Defensores da liberdade social opõem-se ao uso de ameaças e punições para controlar o comportamento porque pessoas coagidas são infelizes. Os defensores da liberdade espiritual dão força aos efeitos de contingências que produzem uma maior felicidade no longo prazo. Quando a sociedade dispõe de reforço positivo para comportamentos desejáveis e apoia contingências de longo prazo, seus cidadãos são produtivos e felizes.
Extraído de “Compreender o Behaviorismo”, de Willian Baum - Artmed
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