Para desenvolver nosso potencial intelectual, uma das primeiras modificações que temos que fazer em nosso modo de pensar é substituir a crença de que aprender é uma atividade passiva em que apenas decoramos o que é ensinado. No aprendizado genuíno nosso papel é receptivo, não passivo. Aprender de verdade é um empreendimento em que participamos ativamente, por buscar entender progressivamente e memorizar os princípios básicos e saber raciocinar e criar a partir deles.
Esta é justamente uma das maiores falhas do sistema de ensino: a negligência do treinamento da compreensão, do raciocínio e da criatividade. Ainda se ensina às crianças e aos jovens a serem dentes de engrenagens passivos, sem entendimento próprio e com uma única função. Por exemplo, muitos alunos passam anos se empenhando para aprender a realizar operações matemáticas sem terem noção do que elas significam. Quantos não sabem que multiplicar é uma forma avançada de somar? Mas robôs não precisam compreender os comandos, precisam apenas ser capazes de segui-los minuciosamente.
Nem nas linhas de montagem das indústrias se pensa mais assim! As empresas mais esclarecidas não querem robôs e sim pessoas capazes de raciocínio lógico e pensamento criativo, além da conciência ética. São esses profissionais que fazem a diferença diante de concorrentes capazes de obter os mesmos equipamentos e contratar pessoas com diplomas semelhantes, mas com atitudes negativas e paradigmas limitadores.
O resultado é que quando a situação muda (e ela sempre muda) o aluno ou ex-aluno fica perdido, sem saber se adaptar. Entulha-se a cabeça dos estudantes em vez de ensinar a como pesquisar e se comunicar. Preocupa-se muito com informação e pouco com formação. Eles aprendem a solucionar problemas apresentados de forma pronta, simples e clara, não a decifrar qual é o problema e quais suas soluções possíveis.
A negligência de aprender a como se aprende leva ao subaproveitamento do cérebro. É um vício da Humanidade: subaproveitamos os alimentos, o tempo, os recursos, a vida. Quantos compram um aparelho eletrônico e lêem com atenção o manual? Quanto mais complexo o aparelho, mais importante é analisar como ele funciona. Muitos aproveitam uma máquina bem menos do que poderiam e até a danificam.
Com certeza o nosso cérebro é muito mais importante do que qualquer aparelho eletrônico. Quando deixamos de usá-lo regularmente e/ou quando estudamos sem estratégias eficazes, nós subaproveitamos nosso cérebro. Demoramos mais para atingir nossos objetivos, com mais dificuldades e menos qualidade. E desperdiçamos nossa vida.
Com certeza o nosso cérebro é muito mais importante do que qualquer aparelho eletrônico. Quando deixamos de usá-lo regularmente e/ou quando estudamos sem estratégias eficazes, nós subaproveitamos nosso cérebro. Demoramos mais para atingir nossos objetivos, com mais dificuldades e menos qualidade. E desperdiçamos nossa vida.
Para aprender plenamente no menor tempo necessário é preciso aprender a como aprender. No entanto, existe um desprezo contra o conhecimento fundamental de como se aprende, como a mente funciona. As pessoas querem “ir direto ao assunto e não perder tempo com filosofia”. Existe um comodismo mental, o vício de não pensar, de se satisfazer com o produto final sem saber como se chega a ele ou como avaliá-lo. Então, quando se deparam com um novo problema, descobrem que não sabem resolvê-lo. Detalhes e circunstâncias mudaram e a pessoa não desenvolveu raciocínio e criatividade para saber se adaptar.
Somente os que sabem raciocinar e criar estão realmente prontos para as constantes mudanças que sempre acontecem na vida. Quem conhece os princípios básicos e modo de pensar de um assunto tem facilidade diante de questões que para os outros são inexpugnáveis. Não é preciso nem possível atingir uma perfeição absoluta. Basta melhorar aos poucos e constantemente, que se busque atingir uma qualidade cada vez maior. Um pequeno acréscimo pode fazer uma grande diferença para melhor: veja as corridas em que décimos de segundo podem determinar quem é o campeão. Da mesma forma, se você regularmente se aperfeiçoar 1% na arte/ciência de como aprender mais eficazmente, se comunicar melhor, raciocinar e criar, esta pequena melhoria contínua é o caminho para mudar sua história!
Somente os que sabem raciocinar e criar estão realmente prontos para as constantes mudanças que sempre acontecem na vida. Quem conhece os princípios básicos e modo de pensar de um assunto tem facilidade diante de questões que para os outros são inexpugnáveis. Não é preciso nem possível atingir uma perfeição absoluta. Basta melhorar aos poucos e constantemente, que se busque atingir uma qualidade cada vez maior. Um pequeno acréscimo pode fazer uma grande diferença para melhor: veja as corridas em que décimos de segundo podem determinar quem é o campeão. Da mesma forma, se você regularmente se aperfeiçoar 1% na arte/ciência de como aprender mais eficazmente, se comunicar melhor, raciocinar e criar, esta pequena melhoria contínua é o caminho para mudar sua história!
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