Esta pergunta pode parecer estranha. Se você está lendo essa postagem, é óbvio que está vivo e consciente o bastante para lê-la! Mas existem outras formas de se estar "vivo" além de biologicamente.
Muitos estão mortos no sentido de viverem sem entusiasmo pela vida, de não possuírem objetivos desafiantes pelos quais lutar. Acomodaram-se a viver com o corpo no piloto automático, em função do próximo fim de semana e objetivos frívolos. Mas não é preciso sofrer uma grande perda ou contrair uma doença para começar a valorizar a vida. Basta refletir e usar a consciência.
Estar vivo é o maior dos privilégios, mas é muito mais do que possuir sobrevivência biológica. Viver é usufruir a vida e fazer algo construtivo com ela, para o seu próprio bem e dos outros. Somente estando vivos podemos fazer qualquer atividade, atingir qualquer objetivo, sentir qualquer sensação, nos tornarmos seja o que for. Enquanto estamos vivos (e você está!) há possibilidade de solução ou de adaptação, podemos ter esperança e oportunidade, temos a chance de progredir e sermos felizes.
Não se trata de "ficar rico" ou "famoso", "ser feliz", ter um alto cargo em alguma organização ou outro conceito popular de "sucesso". Trata-se de desenvolver plenamente seu potencial humano único como indivíduo a fim de contribuir com seus talentos para algo maior do que si e deste modo encontrar genuína satisfação na vida.
É imperativo decidir com consciência e convicção que quer ser realmente vivo. Somente os que possuem senso de objetivo e determinação rendem o máximo dentro de seus potenciais herdados e suas circunstâncias. É preciso entusiasmo, perseverança, autoconsciência e ética. É preciso realmente querer e então buscar os meios para isso. Se você possuir dentro de si um “porque” brilhante, estrondoso e motivador, o “como” aparecerá.
A decisão de transcender-se (otimizando e maximizando seus potenciais, aproveitando bem as oportunidades que recebe e que estão de acordo com seus objetivos, administrando seus pontos fracos e as limitações impostas pelo ambiente) inclui a decisão de buscar que permitam o máximo de resultados sem desperdício de tempo e esforço nem estratégias antiéticas. Ou seja, estratégias eficazes. Assim nós evitamos a produtividade insatisfatória e o subaproveitamento do nosso cérebro e da nossa vida.
As pessoas querem os resultados, mas se esquecem de cuidar dos meios de se chegar a eles. Se você quer aprender melhor e mais rápido, comece aprendendo a como aprender eficazmente. Poucos fazem isso, e justamente por esse motivo saber como aprender é que é uma vantagem competitiva!
“A forma de formulação de um problema é mais importante do que sua resposta”
Albert Einstein
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