Com base em uma revisão
na bibliografia sobre stress, Meichenbaum e outros sugeriram diretrizes para um
programa de treinamento em habilidades de enfrentamento:
(1) os dispositivos de
enfrentamento devem incorporar uma variedade de técnicas cognitivas e de
técnicas comportamentais;
(2) o programa deve ser
ajustável às diferenças individuais e situacionais de cada paciente específico;
(3) as informações devem
estimular o ensaio mental, que pode causar um “curto-circuito” na experiência
de stress ou reduzir seus efeitos;
(4) a exposição real a
eventos menos ameaçadores produz bons resultados.
Meichenbaum enfatizou a
aquisição sistemática de habilidades de enfrentamento, ressaltando a
importância de se aprender a enfrentar quantidades pequenas e administráveis de
stress como meio de consolidar e generalizar este aprendizado. A premissa é que
quem aprende a enfrentar efetivamente níveis leves de stress fica “inoculado”
contra níveis mais pesados. O TIS foi
operacionalizado em três estágios:
(1) educacional,
envolvendo a instrução didática sobre a natureza das reações de stress;
(2) apresentação de
diversas habilidades cognitivas e comportamentais de enfrentamento;
(3) exposição a uma série
de estressores para ensaiar suas habilidades de enfrentamento recém-adquiridas.
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