terça-feira, 22 de julho de 2014

TAC- Terapia de Autocontrole (Rehm)

O trabalho de Rehm foi orientado em parte pelo modelo que explica a persistência de certos comportamentos na ausência de reforço como um ciclo fechado de autocontrole adaptativo com três processos interconectados: (1) automonitoramento, (2) autoavaliação e (3) autorreforço. Os sintomas de depressão seriam consequência de déficits nestes processos.
 
Os déficits de automonitoramento incluem o monitoramento seletivo de eventos negativos e o monitoramento seletivo das consequências imediatas do comportamento, em vez das consequências posteriores. Os déficits de autoavaliação consistem em critérios rígidos e atribuições de responsabilidade imprecisas. Os déficits de autorreforço envolvem recompensas pessoais insuficientes e autopunições excessivas.
 
O perfil variado de sintomas depressivos é função de diferentes subconjuntos desses déficits. Além disso, os déficits existem em graus variados em diferentes indivíduos e podem ser observados antes dos episódios depressivos, que resultam da interação entre o stress experimentado e o repertório de autocontrole que o indivíduo dispõe. Cada um desses déficits é um módulo de Terapia de Autocontrole.
 
 
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